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Conheça o Site Fácil 12,90 mensais

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Como ficar em primeiro na busca orgânica

Como ficar em primeiro na busca orgânica

Estar em primeiro nas buscas orgânicas do Google é resultado de um trabalho muito bem estruturado e uma análise de campo bastante específica. É sonho de qualquer empreendedor.

Após a criação de uma empresa e o lançamento de um site, o principal problema para a maioria dos empreendedores é ser encontrado. De preferência, entre os primeiros resultados nas pesquisa dos motores de busca. Porém, quando desenvolvem um site, a maioria não tem ideia que vai precisar ser encontrado, e muitos aspectos importantes acabam sendo esquecidos.

Como o Google classifica sites?

De uma forma simplista, o Google baseia-se em dois grandes pilares para classificar sites nas pesquisas: Relevância e Reputação. Enquanto Relevância é tudo aquilo que controlamos de uma maneira direta; é aquilo que escrevemos sobre nós. A Reputação é um fator indireto, pois ela pretende refletir como somos vistos por terceiros.

Aparecer bem classificado é estratégico

Tanto empreendedores como os profissionais de Marketing cometem o erro de pensar em SEO como um “milagre técnico”. Aquele voodoo que vai salvar um mau produto ou uma má estratégia de Marketing e colocar seu site em primeiro lugar. Se o seu produto não é desejado, vai ser difícil você ganhar reputação, ou se tornar uma autoridade no mercado em que opera.

O primeiro lugar no Google, como qualquer outra posição na pesquisa orgânica, não pertence a ninguém por direito, nem deve ser tomado como um dado adquirido. A cada dia que passa a internet evolui, novo conteúdo é criado e publicado.

SEO pode ajudar, mas ele não substitui um diferencial de negócio, ou um posicionamento estratégico. O Google gosta de sites que representam um bom produto, um negócio legítimo, uma experiência única. Certifique-se que o seu site reflete uma ou mais dessas qualidades, só assim terá chances de aparecer na primeira página… Ou, quem sabe, em primeiro lugar no Google.

Fonte: pedrodias.net

Cartão Virtual

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Servidor Dedicado ou Compartilhado?

Servidor Dedicado ou Compartilhado?

Desenvolvi o meu site ou aplicação e agora preciso decidir: hospedar em um servidor dedicado ou compartilhado?

Bem, pra nós da área de tecnologia essa é uma pergunta muito fácil de se responder. Mas, para o cliente final, pode não ser tão simples assim.

A decisão pra nós é simples porque levando em consideração todo o ganho operacional que se tem em um servidor dedicado, a relação custo x benefício é fator determinante.
Já o cliente final muitas vezes não enxerga esse ganho. Eu explico. De um modo geral, quando se hospeda em um servidor compartilhado, você está alocando o seu site ou aplicação em uma máquina com “N” outras aplicações de “N” outras empresas. Isso significa, a médio-longo prazo, menor performance pra todo mundo, não só para a sua aplicação. Isso porque todos compartilham dos mesmos recursos, utilizando ou não para os mesmos fins. Claro que hoje em dia com as tecnologias escalonáveis, discos SSD e servidores VPS, contornar essa situação é simples, através de um espelhamento em modo contingência, ou seja, outro(s) servidor(es) estarão prontos para assumir o trabalho em regime emergencial. Mas isso tem um preço. É aí que entra em campo o estudo da relação custo x benefício.
Só quem já hospedou uma única aplicação com um número grande de requisições (usuários em uso) no servidor ao mesmo tempo, sabe a dor de cabeça que é ter que correr contra o tempo para garantir a integridade das informações, bem como a segurança do usuário final.
E por falar em integridade das informações, acrescente este item nas “preferências” na hora de decidir em que tipo de servidor hospedar. Não é incomum analistas ouvirem de seus fornecedores que a aplicação caiu porque “outras aplicações caíram”. Deu pra perceber? Cai um, cai todo mundo! Não é uma regra, sem dúvidas, mas é quase garantido que pode acontecer.

Não vamos definir nada com regras e nem desmerecer os serviços compartilhados de empresas muito estruturadas que temos mundo afora. Mas, o intuito deste post é mostrar que, na ponta do lápis, a relação custo x benefício provavelmente vai te convencer a evitar as dores de cabeça e procurar um bom servidor dedicado.

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Saiba a importância de sua empresa ter aplicativos smartphone

Saiba a importância de sua empresa ter aplicativos smartphone

Vantagens de sua empresa ter aplicativos para o celular

A telefonia móvel está em alta e sua empresa precisa encontrar a melhor forma de se fazer presente nela, logo a utilização de aplicativos para celular pode ser uma excelente opção para fazer sua inserção no mercado.

Tanto em um dispositivo com sistema android ou em um com IOS, a utilização de aplicativos ocorre de forma generalizada. Usamos aplicativos para pedir comida, pedir táxi, trocar mensagens, postar nossas fotos, olhar as redes sociais, agendar reuniões e o que mais você conseguir imaginar… Daqui em diante, os aplicativos estarão muito mais presentes.

Separamos algumas vantagens que vão te convencer, de uma vez por todas, sobre a sua utilização:

1 – Melhor aplicativo que sites

Quando se fala em estruturação da estratégia mobile muitas dúvidas ainda surgem, pois é um mercado, relativamente, novo e em crescimento, então sempre é preciso avaliar todas as possibilidades.

Se o assunto for aplicativo X sites para celular, o aplicativo ganha em disparada, além de manter-se presente na tela do celular 24h por dia, ainda permite notificações e navegabilidade rápida.

2 – Clareza na comunicação

Por ser uma ferramenta lapidável e ajustável ao interesse de seu negócio, é possível fazer a comunicação interna baseada na utilização de aplicativos, controle de quantidade de estoque, avisos, metas e o que mais você pensar…

Sua versatilidade permite que tudo seja feito ali.

3 – Atendimento rápido

Ao ter uma pessoa que baixou o seu aplicativo, significa que você acaba de criar um canal de comunicação entre vocês. O celular é algo bastante pessoal, onde seu utilizador vai agregando itens, aplicativos, imagens e arquivos que sejam de seu interesse, logo se seu aplicativo foi baixado, você tem fortes leads.

Aproveite esse canal de comunicação para fornecer atendimento rápido entre vocês. Notará que essa é uma das vantagens mais interessantes.

4 – Leitura Off-line

Nem sempre o sinal da internet móvel funciona, então aplicativos acabam sendo uma excelente escolha para passar o tempo enquanto esperamos uma consulta, uma reunião ou algo de nosso interesse.

Se o seu aplicativo for criado com interatividade off-line, ou seja, sem a necessidade de internet para a utilização, notará que o número de utilizadores irá crescer ainda mais.

Agora que você já conhece as vantagens, saiba o quanto é barato desenvolver um aplicativo

É isso mesmo! Aqui na Leader I.T essa novidade já é uma realidade.
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Google penaliza sites que não possuem Certificado SSL

Google penaliza sites que não possuem Certificado SSL

SSL (abreviação de Secure Socket Layer) é um protocolo de segurança que criptografa todas as informações trocadas em uma compra ou ao acessar um site, impedindo que esses dados sejam interceptados por um terceiro.  Na prática, isso significa que sites que têm o certificado SSL oferecem mais proteção e confiança para o usuário.

Mas onde o Google entra nessa história?

Com a nova atualização, que entrou no ar dia 24 de julho de 2018, o Google Chrome agora avisa aos usuários se a página acessada utiliza o certificado SSL, ou seja, se é segura ou não. Quando um site tem protocolo SSL, o seu endereço muda de HTTP para HTTPS e o site recebe um cadeado antes da URL. Esta avaliação é feita para todo e qualquer site e influencia diretamente na sua credibilidade e confiança.

Outro fator muito importante é a priorização do seu site nos resultados da busca do Google. Mesmo antes da atualização, o Google nunca escondeu sua preferência por sites que possuem algum tipo dos certificados SSL. A recompensa vem ao ver seu site melhor ranqueado nas buscas em comparação aos não seguros. Porém, é bom ressaltar que ao contratar o certificado, seu site pode até perder o posicionamento que ele tinha obtido. Isso acontece porque o Google fará uma atualização para assimilar as novas URL’s, mas fique calmo, pois essa perda é temporária e em pouco tempo você só terá a ganhar. E muito.

Mas o que fazer?

A melhor opção, tanto para garantir a segurança dos seus clientes como para assegurar o bom posicionamento nas buscas é adquirir um certificado de segurança para o seu site agora mesmo!

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Fonte: UOL Negócios

IBM anuncia o primeiro computador quântico comercial

IBM anuncia o primeiro computador quântico comercial

Durante a feira de tecnologia CES (Consumer Electronics Show), a IBM anunciou nesta terça-feira (08/01) seu primeiro computador quântico de uso comercial. Batizado de Q System One, o sistema de 20 qubits combina, em um único aparelho, partes quânticas e clássicas da computação. Segundo a IBM, a máquina poderá ser usada por pesquisadores e empresas. 

A empresa descreve o aparelho como a primeira solução universal integrada de computação quântica desenhada para uso comercial e científico. O TechCrunch lembra, no entanto, que uma máquina de 20 qubits não é poderosa o suficiente para a maioria das aplicações comerciais esperadas da computação quântica. Talvez por isso mesmo a própria IBM enfatize que esta é uma primeira tentativa e que os sistemas são “desenhados para um dia solucionar problemas que atualmente são de natureza exponencial e complexos demais para os sistemas clássicos de computação”.

“O IBM Q System One é um enorme passo em direção à comercialização da computação quântica”, afirmou Arvind Krishna, vice-presidente de Hybrid Cloud e diretor da IBM Research. “Esse novo sistema é crítico na expansão da computação quântica para além dos laboratórios de pesquisa, enquanto trabalhamos para desenvolver aplicações quânticas práticas para os negócios e para a ciência”.

Mais do que uma grande inovação, o lançamento do computador é simbólico, analisa o The Verge. “O Q System One pode ter sido desenhado para uso comercial, mas não está exatamente pronto para isso”, diz a publicação, que ressalta que os computadores quânticos ainda são dispositivos experimentais. “Eles não superam o desempenho dos computadores clássicos em tarefas úteis, mas são ferramentas de pesquisa que nos permitem entender, qubit por qubit, como a computação quântica poderá funcionar”.

Para Winfried Hensinger, professor de tecnologia quântica da Universidade de Sussex, o Q System One é uma primeira tentativa de dominar esse campo. “Não ache que é um computador quântico que pode resolver todos os problemas pelos quais a computação quântica ficou conhecida. Pense nele como um protótipo que te permite testar e desenvolver alguma programação que pode ser útil no futuro”, disse ele ao The Verge.

O Q System One é um cubo selado de 2,7 metros de altura, com os elementos de computação quântica pendurados no meio. Quem quiser fazer experimentos com o aparelho, porém, não vai poder instalar o computador em seu escritório. Assim como outros computadores quânticos da IBM, o Q System One é acessível apenas via nuvem — as empresas e institutos de pesquisa poderão comprar tempo na rede IBM Q Network, segundo o The Verge.

A grande inovação do produto é o design. Segundo a IBM, a principal conquista é transformar uma máquina quântica experimental em algo com confiabilidade (e aparência) mais próxima da de um computador. Computadores quânticos são aparelhos delicados, cujas partes precisam ser mantidas a temperaturas baixíssimas e que podem ser afetados por minúsculas flutuações elétricas ou vibrações. O Q System One, diz a IBM, minimiza esses problemas.

Ao The Verge, o vice-presidente de pesquisa quântica da IBM, Bob Sutor, afirmou que a nova máquina é mais rápida ao se reiniciar. Segundo ele, ligar o computador quântico após um problema técnico ficou muito mais veloz com o Q System One. “O que costumava levar semanas agora leva horas ou dias”, diz Sutor.

Fonte: Época Negócios

Microsoft já tem a sua própria versão do Linux

A relação da Microsoft com software de código aberto melhorou muito com a chegada de Satya Nadella. Melhorou tanto que, agora, a companhia tem a sua própria distribuição Linux, digamos assim, algo impensável anos atrás. Mas você precisa saber desde já: o Azure Sphere OS, como foi batizado, não foi criado como alternativa ao Windows ou algo do tipo. A novidade é focada em internet das coisas.

O sistema operacional é um dos componentes principais do Azure Sphere, pacote de soluções desenvolvido para melhorar a segurança de chips usados em dispositivos inteligentes para o lar ou que podem ser enquadrados no conceito de internet das coisas de alguma forma.

 Satya Nadella

Há tempos que especialistas alertam que chips que fazem diversos tipos de dispositivos se comunicarem estão sendo desenvolvidos rapidamente, mas a que segurança não tem acompanhado essa evolução. A própria Microsoft lembra que câmeras de monitoramento e outros dispositivos com chip já foram usados em ataques por não terem proteção adequada. O Azure Sphere vem para cobrir essa lacuna.

Para tanto, a Microsoft incluiu no Azure Sphere uma nova classe de microcontroladores certificados que incluem tecnologias de comunicação e segurança da companhia. Esses chips serão licenciados gratuitamente aos fabricantes interessados. Um detalhe curioso é que a Microsoft afirma que eles foram inspirados em seus 15 anos de experiência no desenvolvimento do Xbox.

Depois vem o Azure Sphere Security Service, serviço nas nuvens que manterá os dispositivos protegidos por meio de autenticação baseada em certificados, detecção de ameaças e atualizações de software.

No meio de tudo isso está o Azure Sphere OS. “Depois de 43 anos, este é o primeiro dia em que estamos anunciando e distribuindo um kernel Linux personalizado”, disse Brad Smith, presidente da Microsoft.

Smith também explicou que a Microsoft continua focada em seu sistema operacional, mas que o Windows não foi escolhido por ser muito grande para esse tipo de projeto. Com o Linux, a companhia pôde criar um sistema operacional totalmente adaptado à iniciativa: o sistema combina recursos de proteção da Microsoft, um monitor de segurança e o kernel para proporcionar aos dispositivos uma plataforma confiável.

Nas estimativas de Smith, o primeiro hardware baseado no Azure Sphere chegará ao mercado até o fim de 2018.

Fonte: Tecnoblog

Com informações: Business Insider.

Você conhece a Internet das Coisas?

Você conhece a Internet das Coisas?

A Internet das Coisas — ou Internet of Things (IoT)
Internet das Coisas é uma tradução literal da expressão em inglês Internet of Things (IoT). Em português, o nome mais adequado poderia ser algo como “Internet em Todas as Coisas”, mas, no fundo, isso não tem importância: o que vale mesmo é entender e usufruir da ideia.

Para tanto, faça um rápido exercício: tente se lembrar dos objetos que você usa para se conectar à internet. Smartphone, tablet, notebook, desktop. Você utiliza pelo menos um desses dispositivos, certo?

Mas há outros equipamentos que se conectam à internet para realizar atividades específicas. Quer um exemplo? Câmeras de segurança que, por estarem on-line, permitem que uma pessoa monitore a sua casa à distância ou vigie a sua loja quando o estabelecimento está fechado.

Outro exemplo: smart TVs. Talvez você tenha uma (ou mais): com elas, você pode acessar serviços como Netflix, YouTube e Spotify de modo direto, sem ter que ligá-las ao seu PC ou smartphone.

Internet das Coisas (Imagem por PCWorld)
Internet das Coisas (Imagem por PCWorld)

Talvez você tenha um videogame de última geração que, obrigatoriamente, se conecta à internet. Super Nintendo, Mega Drive e tantos outros consoles antigos não tinham toda essa conectividade.

Agora imagine um cenário em que, além da sua TV, vários objetos da sua casa se conectam à internet: geladeira, máquina de lavar, forno de micro-ondas, termostato, alarme de incêndio, sistema de som, lâmpadas, enfim.

Veja aqui que a ideia não é, necessariamente, fazer com que você tenha mais um meio para se conectar à internet. Pense, por exemplo, no quão impraticável deve ser acessar um portal de notícias em uma tela acoplada à porta da sua geladeira. Não é uma função que a gente espera desse eletrodoméstico…

A proposta é outra: a conectividade serve para que os objetos possam ficar mais eficientes ou receber atributos complementares. Nesse sentido, a tal da geladeira com internet poderia te avisar quando um alimento está perto de acabar e, ao mesmo tempo, pesquisar na web quais mercados oferecem os melhores preços para aquele item. A geladeira também poderia pesquisar e exibir receitas para você. Como se vê, a criatividade é capaz de trazer aplicações realmente interessantes.

Pense agora em um termostato. O dispositivo pode verificar na internet quais são as condições climáticas do seu bairro para deixar o ar condicionado na temperatura ideal para quando você chegar em casa.

Mas também é importante que os objetos possam se comunicar com outros sempre que cabível. Continuando com o exemplo do termostato, o aparelho pode enviar informações ao seu smartphone por meio de um aplicativo específico para que você tenha relatórios que mostram como o ar condicionado vem sendo usado ou aplique configurações personalizadas.

Também serve para escritórios, hospitais, fábricas, ruas e mais
É possível que, pelo menos atualmente, você não tenha muito interesse em ter uma casa amplamente conectada. Sob esse ponto de vista, a Internet das Coisas pode não parecer lá muito relevante. Mas é um erro pensar que o conceito serve apenas para o lar: há aplicações não ligadas ao ambiente doméstico em que o conceito pode trazer ganho de produtividade ou diminuir custos de produção, só para dar alguns exemplos. Vamos a outros mais detalhados:

– Hospitais e clínicas: pacientes podem utilizar dispositivos conectados que medem batimentos cardíacos ou pressão sanguínea, por exemplo, e os dados coletados serem enviados em tempo real para o sistema que controla os exames;

– Agropecuária: sensores espalhados em plantações podem dar informações bastante precisas sobre temperatura, umidade do solo, probabilidade de chuvas, velocidade do vento e outras informações essenciais para o bom rendimento do plantio. De igual forma, sensores conectados aos animais conseguem ajudar no controle do gado: um chip colocado na orelha do boi pode fazer o rastreamento do animal, informar seu histórico de vacinas e assim por diante;

Sensor ambiental para agricultura da Edyn
Sensor ambiental para agricultura da Edyn

– Fábricas: a Internet das Coisas pode ajudar a medir em tempo real a produtividade de máquinas ou indicar quais setores da planta precisam de mais equipamentos ou suprimentos;

– Lojas: prateleiras inteligentes podem informar em tempo real quando determinado item está começando a faltar, qual produto está tendo menos saída (exigindo medidas como reposicionamento ou criação de promoções) ou em quais horários determinados itens vendem mais (ajudando na elaboração de estratégias de vendas);

– Transporte público: usuários podem saber pelo smartphone ou em telas instaladas nos pontos qual a localização de determinado ônibus. Os sensores também podem ajudar a empresa a descobrir que um veículo apresenta defeitos mecânicos, assim como saber como está o cumprimento de horários, o que indica a necessidade ou não de reforçar a frota;

– Logística: dados de sensores instalados em caminhões, contêineres e até caixas individuais combinados com informações do trânsito, por exemplo, podem ajudar uma empresa de logística a definir as melhores rotas, escolher os caminhões mais adequados para determinada área, quais encomendas distribuir entre a frota ativa e assim por diante;

– Serviços públicos: sensores em lixeiras podem ajudar a prefeitura a otimizar a coleta de lixo; já carros podem se conectar a uma central de monitoramento de trânsito para obter a melhor rota para aquele momento, assim como para ajudar o departamento de controle de tráfego a saber quais vias da cidade estão mais movimentadas naquele instante.

As tecnologias da Internet das Coisas
Não podemos olhar para a Internet das Coisas como uma tecnologia única, “maciça”. Na verdade, há um conjunto de fatores que determina como o conceito é constituído. Há, essencialmente, três componentes que precisam ser combinados para termos uma aplicação de IoT: dispositivos, redes de comunicação e sistemas de controle.

Dispositivos
Os dispositivos você já conhece. Eles vão de itens grandes, como geladeiras e carros, a objetos pequenos, como lâmpadas e relógios. O importante é que esses dispositivos sejam equipados com os itens certos para proporcionar a comunicação: chips, sensores, antenas, entre outros.

A indústria vem trabalhando intensamente para disponibilizar componentes específicos para IoT. Hoje, já contamos com chips e sensores minúsculos que, além de prover recursos de comunicação e monitoramento, consomem pouca energia elétrica, o que os torna ideais para dispositivos pequenos.

Processador da Intel para IoT
Processador da Intel para IoT

Redes e tecnologias de comunicação
As redes de comunicação não fogem daquilo que você já usa: tecnologias como Wi-Fi, Bluetooth e NFC podem ser — e são — usadas para Internet das Coisas. Mas como essas redes oferecem alcance limitado, determinadas aplicações dependem de redes móveis como 3G e 4G / LTE.

Note, porém, que as redes móveis atuais — 2G, 3G e 4G — são direcionadas a dispositivos como smartphones, tablets e laptops. O foco está sobre aplicações de texto, voz, imagem e vídeo. Esse aspecto não impede as redes atuais de serem utilizadas para IoT, mas uma otimização para dispositivos variados é necessária, principalmente para garantir o baixo consumo de energia e de recursos de processamento. Isso deve vir com a próxima onda de redes móveis, o 5G (quinta geração).

O papel das redes 5G
Em um cenário em que a Internet das Coisas é amplamente difundida, haverá sensores, chips e dispositivos relacionados por todos os lados. Cada um desses itens precisará estar conectado. Com o IPv6, que oferece um número extremamente elevado de endereços para os dispositivos (na prática, é quase como se a quantidade de endereços fosse ilimitada), conectar esses dispositivos não será problema. A limitação vem das tecnologias de comunicação: as redes atuais não foram projetadas para permitir tantas conexões de dispositivos tão distintos. Daí a perspectiva esperançosa sobre o 5G.

Além de oferecer altíssima velocidade para transmissão de dados, as redes 5G permitirão, por exemplo, que cada dispositivo baseado em IoT utilize apenas os recursos necessários, sempre na medida exata. Isso evitará gargalos na rede, assim como desperdício de energia (um problema intolerável em dispositivos que funcionam apenas com bateria).

Os padrões que definem a quinta geração de redes móveis não estão completamente definidos. Mas a expectativa é a de que o 5G esteja pronto para ser usado massivamente em 2020. Nesse ano, estima-se que haverá cerca de 50 bilhões de dispositivos on-line, com esse número devendo crescer rapidamente a partir daí.

5G (Imagem por Fraunhofer Fokus)
(Imagem por Fraunhofer Fokus)

Sistemas de controle
Não basta que o dispositivo se conecte à internet ou troque informações com outros objetos. Esses dados precisam ser processados, ou seja, devem ser enviados a um sistema que os trate. Qual? Depende da aplicação.

Imagine uma casa que tem monitoramento de segurança, controle de temperatura ambiente e gerenciamento de iluminação integrados. Os dados de câmeras, alarmes contra incêndio, aparelhos de ar condicionado, lâmpadas e outros itens são enviados para um sistema que controla cada aspecto. Esse sistema pode ser um serviço nas nuvens, o que garante o acesso a ele a partir de qualquer lugar, assim como livra o dono da casa da tarefa de atualizá-lo.

Uma empresa, porém, pode contar com um sistema M2M (Machine-to-Machine), ou seja, um mecanismo de comunicação máquina a máquina. Pense, como exemplo, em uma fábrica que possui um mecanismo que verifica a qualidade de peças que acabaram de ser produzidas. Ao detectar um defeito, essa máquina informa à primeira que aquele item deve ser substituído. Esta, por sua vez, solicita a um terceiro equipamento a liberação de matéria-prima para a fabricação da peça substituta.

A fábrica pode então ter um sistema que recebe os dados de todas as máquinas para obter dados estatísticos da produção. Se a unidade fabril for muito grande, um sistema de Big Data pode ser usado para otimizar a produção indicando que tipo de peça dá mais defeitos, quais máquinas produzem mais, se a matéria-prima de determinado fornecedor tem um histórico de problemas mais expressivo e assim por diante.

Padronização
Os exemplos anteriores mostram que as tecnologias a serem usadas na Internet das Coisas variam conforme a aplicação. Mas isso não quer dizer que padronizações não sejam necessárias. A indústria já vem se organizando — ou tentando se organizar — para estabelecer padrões tecnológicos que trazem viabilidade, interoperabilidade, segurança, integridade, disponibilidade, escalabilidade e desempenho para aplicações de IoT.

Faz bastante sentido. Se tivermos, por exemplo, cidades que monitoram os carros para otimizar o fluxo nas vias, o sistema de controle poderá ter dificuldades para operar se cada fabricante de automóvel adotar padrões de comunicação que, por serem próprios, não garantem plena integração.

As tentativas de estabelecimento de padrões têm levado à formação de consórcios para lidar com esse trabalho, assim como com outras questões relacionadas à Internet das Coisas. Como ainda não há definições, é conveniente acompanhar os trabalhos deles. Eis algumas dessas entidades:

OpenFog Consortium: formada por companhias como Dell, Microsoft e Cisco;
Internet of Things Consortium: constituída por empresas como Logitech, Wolfram e Indiegogo;
Open Connectivity Foundation: apoiada por companhias como Intel, Samsung e Microsoft (sim, a Microsoft de novo — as empresas não precisam apoiar apenas um consórcio).

Possíveis riscos da Internet das Coisas
Se a Internet das Coisas descreve um cenário em que quase tudo está conectado, é claro que há riscos associados. É por essa razão que as convenções que tratam do conceito devem levar em consideração vários parâmetros preventivos e corretivos, especialmente sobre segurança e privacidade.

Imagine os transtornos que uma pessoa teria se o sistema de segurança de sua casa fosse desligado inesperadamente por conta de uma falha de software ou mesmo por uma invasão orquestrada por criminosos virtuais.

Os riscos não são apenas individuais. Pode haver problemas de ordem coletiva. Pense, por exemplo, em uma cidade que tem todos os semáforos conectados. O sistema de gerenciamento de trânsito controla cada um deles de modo inteligente para diminuir congestionamentos, oferecer desvios em vias bloqueadas por acidentes e criar rotas alternativas quando há grandes eventos. Se esse sistema for atacado ou falhar, o trânsito da cidade se tornará um caos em questão de minutos.

O tratamento inadequado de riscos pode causar cenas como esta
O tratamento inadequado de riscos pode causar cenas como esta (foto de autoria desconhedida)

A indústria precisa, portanto, definir e seguir critérios que garantam disponibilidade dos serviços (incluindo aqui a rápida recuperação em casos de falhas ou ataques), proteção de comunicações (que, nas aplicações corporativas, deve incluir protocolos rígidos e processos de auditoria), definição de normas para privacidade, confidencialidade de dados (ninguém pode ter acesso a dados sem a devida autorização), integridade (assegurar que os dados não serão indevidamente modificados), entre outros.

Considerar todos esses aspectos está longe de ser uma tarefa trivial. Além dos desafios tecnológicos em si, a indústria precisa tratar cada ponto levando em conta convenções globais e a legislação de cada país.

Vários segmentos da indústria já lidam com tais questões, mas esse é um trabalho em constante desenvolvimento. É por isso que é primordial que outro aspecto não seja esquecido: a transparência — empresas e usuários domésticos devem estar cientes dos riscos associados às soluções de IoT, assim como receber orientação para minimizá-los.

Internet das Coisas: exemplos reais
Associamos a Internet das Coisas a um cenário futurista, mas, como o início do texto deixa claro, muito do que já temos se enquadra no conceito: smart TVs, smartwatches (que também se enquadram nos chamados “dispositivos vestíveis” ou “wearables”), sistemas de monitoramento, entre outros.

Vale destacar, porém, que já há algum tempo que é possível encontrar empresas que assimilam a Internet das Coisas com muito mais profundidade, por assim dizer. Vejamos alguns exemplos.

Nest
A Nest talvez seja o exemplo mais difundido de um ecossistema de Internet das Coisas. Criada em 2010, a empresa desenvolve dispositivos inteligentes para casas e escritórios. Os produtos que trouxeram grande visibilidade à companhia são termostatos e detectores de fumaça que se integram a smartphones por meio de aplicativos específicos.

O termostato ajusta a temperatura do local automaticamente e pode, por exemplo, aprender os horários que o usuário costuma sair e chegar em casa para fazer adequações condizentes com essa rotina.

Termostato inteligente da Nest
Termostato inteligente da Nest

Já os detectores de fumaça utilizam luzes coloridas, mensagens de voz e notificações no smartphone para avisar o usuário da detecção de fumaça, gases perigosos ou aumento repentino da temperatura (sugerindo incêndio), podendo inclusive acionar o socorro automaticamente.

As tecnologias inovadoras da Nest a colocaram em posição de vanguarda no que diz respeito à Internet das Coisas. Não por menos, a empresa foi adquirida pelo Google em 2014 pela quantia de US$ 3,2 bilhões.

Philips Lighting
Outro exemplo bastante difundido é o da Philips. A companhia possui uma divisão que desenvolve lâmpadas LED inteligentes. Chamadas de Hue, essas lâmpadas podem ser configuradas pelo smartphone para mudar a intensidade e as cores da iluminação para deixar o ambiente mais confortável para cada situação.

Lâmpadas Philips Hue
Lâmpadas Philips Hue

Tesla Motors
A Tesla é uma companhia especializada em carros elétricos de alta performance. Os veículos da marca são, portanto, bastante “high tech” e isso não diz respeito apenas ao seu conjunto de baterias ou ao seu mecanismo de recarga: os carros da empresa também podem se conectar à internet para receber atualizações de software e contam com diversos sensores, como o que fornece dados de geolocalização.

A propósito, carros da marca estão sendo preparados para atuar de modo autônomo. A comunicação permanente à internet ajudará o computador do veículo nas tarefas de condução. Um exemplo: uma central poderá informar em tempo real quais vias próximas estão congestionadas e, assim, o sistema conseguirá escolher a rota mais adequada àquele momento.

FitBit
A FitBit é uma companhia que produz dispositivos voltados para saúde e monitoramento de atividades físicas, como balanças, pulseiras e relógios inteligentes. Os dados obtidos por esses dispositivos (batimentos cardíacos, distância percorrida, quantidade de passos, entre outros) são sincronizados com o smartphone e podem ser compartilhados nas redes sociais. É uma forma de o usuário motivar amigos ou criar desafios para eles, por exemplo (e, indiretamente, fazer outras pessoas comprarem os produtos da marca).

Fonte: Info Wester